Editor-chefe
André Rocha
Vinte anos a jogar de tudo, do Amiga ao telemóvel. Define o protocolo de campo e assina os veredictos finais.
▮ Dossiê institucional
A Zona Aberta nasceu de uma frustração simples: as listas de jogos para telemóvel são intermináveis e ninguém diz a verdade sobre quais valem o teu tempo. Decidimos ir ao terreno e contar.
Base · Aveiro
A missão
Somos uma equipa pequena de jogadores e editores sediada em Aveiro. Em vez de listar centenas de títulos, escolhemos poucos, jogamo-los a sério e escrevemos o que realmente importa: como se sentem, quanto custam de verdade e se respeitam o teu tempo.
Acreditamos que uma crítica vale pela coragem de dizer não. Por isso, nem todos os jogos populares entram na nossa zona — só os que sobrevivem ao protocolo de campo.
▮ Princípios
Quatro regras que não negociamos, esteja quem estiver à porta.
Nenhum estúdio paga pela cobertura. Compramos os jogos com o nosso dinheiro.
A nota da loja e o nosso veredicto andam sempre separados e identificados.
Mínimo de 12 horas por jogo antes de uma única linha ser escrita.
Só apontamos para lojas oficiais. Nunca para espelhos ou descargas duvidosas.
▮ Equipa
Uma redação enxuta. Cada relatório passa por todas as mãos.
Editor-chefe
Vinte anos a jogar de tudo, do Amiga ao telemóvel. Define o protocolo de campo e assina os veredictos finais.
Análise de economia
Disseca lojas internas e modelos de monetização. É quem deteta quando um jogo tenta esvaziar a carteira.
Desempenho & técnica
Testa em hardware modesto e mede tudo: arranque, fluidez, consumo de bateria e estabilidade ao longo das horas.
Sugestões de jogos, correções ou imprensa — a porta da zona está aberta.
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